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O que o varejo chinês pode ensinar ao seu shopping, e como a Intranet Mall já está aplicando isso na prática

Da Huawei ao conceito de guanxi, veja o que a Missão Ásia revelou sobre o varejo chinês e como a Intranet Mall já traduz esses aprendizados em seus produtos

Um shopping que parou de funcionar comercialmente foi fechado para o público e, poucos meses depois, estava repleto de lojistas fazendo lives para vender produtos. A cena aconteceu na China e resume bem a velocidade de adaptação que caracteriza o varejo chinês hoje: rápido, digital e pouco preso ao formato tradicional de loja.

Essa e outras cenas fizeram parte da Missão Ásia, viagem promovida pela Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers) para celebrar seus 50 anos, que levou executivos do setor de shopping centers a conhecer de perto os bastidores dessa transformação. Entre eles estava Cassiano Antequeira, CEO da Intranet Mall, e boa parte do que ele viu por lá já começou a aparecer, de forma prática, na plataforma que a empresa leva para o mercado brasileiro.

Entenda melhor durante a leitura do conteúdo a seguir.

Durante 12 dias, a comitiva organizada pela Abrasce passou por Shanghai, Hangzhou, Shenzhen e Hong Kong, visitando shoppings, centros de inovação e operações que hoje funcionam como referência para quem quer entender o que vem depois do modelo tradicional de varejo.

Um dos momentos que mais marcaram Cassiano Antequeira, CEO da Intranet Mall, foi a passagem pelo centro de pesquisa da Huawei, onde inteligência artificial e infraestrutura de dados de alta disponibilidade já não são mais a promessa de futuro, mas sim uma rotina.

Já Gabriella Philippsen J. de Oliveira, diretora de Planejamento Estratégico e Operações da Abrasce, trouxe um dos aprendizados mais diretos da viagem: os proprietários de shopping com quem o grupo teve contato demonstraram uma capacidade impressionante de transformar fragilidade em oportunidade, criando estratégia, solução e metodologia para alavancar o próprio negócio. E isso definitivamente não ficou só no discurso!

Durante a imersão o grupo viveu, na prática, um retrato bem concreto do que é o dia a dia do varejo chinês mais avançado, por meio de experiências como:

  • Receber um suco entregue por drone dentro de um parque;
  • Fazer um trajeto em carro autônomo;
  • Visita a uma fábrica de robôs em operação.

Glauco Humai, presidente da Associação, resumiu o que ficou mais evidente ao longo da viagem: a inovação observada não estava só na tecnologia em si, mas também na cultura, no comportamento e na capacidade de enxergar o próximo passo antes de precisar dele.

Inclusive, um conceito, em especial, voltou na bagagem de vários participantes: o guanxi, que nada mais é do que a lógica chinesa de que o vínculo de confiança precede e sustenta o negócio. E, como destacou Andréa Moutinho, CEO do Grupo Wega Par, sem esse vínculo bem construído com o lojista, o shopping acaba se tornando só mais um relacionamento baseado em custo por metro quadrado.

Foi esse tipo de vivência dentro do varejo chinês que Cassiano Antequeira levou como inspiração para os lançamentos apresentados pouco tempo depois, na Exposhopping 2026. O IM5, nova versão do sistema Intranet Mall com inteligência artificial embarcada, e o MallX Sense, que cruza dados de CRM, Wi-Fi e campanhas promocionais para transformar comportamento de consumo em insight de marketing e operação, têm relação direta com o que ele viu funcionando no dia a dia dos centros de inovação chineses: dado tratado como rotina, não como projeto especial.

A leitura, no entanto, não é a de simplesmente copiar o modelo chinês para dentro do shopping brasileiro. É adaptar o que faz sentido (como a lógica de dado integrado, de atendimento cada vez mais autônomo e de relacionamento como base do negócio, por exemplo) para uma realidade de mercado diferente, mas que caminha na mesma direção.

Se você administra um shopping e já usa a plataforma Intranet Mall, vale entender que essas referências não ficaram só na viagem: elas já orientam o desenvolvimento dos módulos que estão sendo entregues agora, como o IM5 e o MallX Sense citados acima.

Ou seja: para quem opera com uma base de dados ainda dispersa entre sistemas diferentes, esse é o momento de olhar para o que já está disponível dentro da própria plataforma que sua equipe já usa, antes de buscar mais uma ferramenta externa.

Quer entender como as novidades que apresentamos na Exposhopping 2026 conversam com o que foi observado e aprendido com o varejo chinês na Missão Ásia, e como elas podem se encaixar na operação do seu shopping?

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