espaço do

ASSOCIADO

Franquias como estratégia de crescimento no setor de shopping centers

A Lumine, administradora de shoppings em diversas regiões do Brasil, revela que mais de 40% das operações nos empreendimentos sob sua gestão são franquias, e prevê crescimento do modelo de negócio ainda para este ano

 

A Lumine, administradora de shopping centers com 20 anos de atuação e mais de 2.500 lojas sob gestão, transformou as franquias em pilar estratégico de seus empreendimentos. Nos shoppings administrados pela empresa, o modelo de franquia já responde por mais de 40% das operações, e a expectativa é que essa participação cresça ainda mais em 2026, impulsionada pelo aquecimento do setor, que em 2025 registrou faturamento recorde superior a R$ 300 bilhões, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF).

O mercado brasileiro de franquias registrou, em 2025, faturamento histórico, com crescimento nominal de 10,5%, de acordo com dados oficiais da ABF. O movimento também se reflete nos shopping centers do país: levantamento da Abrasce em parceria com a ABF, “Mix dos Shoppings: Impacto das Franquias”, realizado em 2024 com 626 empreendimentos (98% dos 639 existentes à época), mostra que, entre as 50 maiores marcas presentes em shoppings no Brasil, 36 são franqueadas. A projeção da ABF é que a participação de franquias no mix dos mais de 650 shoppings do país suba de 27%, registrados em 2024, para 35% em cinco anos.

Para a Lumine, esse movimento vai além da ocupação de espaço. “O shopping center moderno ampliou seu papel de centro de compras para um local de convivência e experiências sociais. Nesse cenário, a franquia possui um modelo testado e uma marca que, muitas vezes, já estabeleceu vínculo emocional com o público. Entendemos que o empreendimento atua como uma infraestrutura de aceleração para essas redes, não apenas como locador de espaço, mas provedor de um ecossistema que oferece fluxo qualificado, dados e segurança para que o franqueado promova seu patrimônio e construa um legado sustentável”, afirma Cláudio Sallum, sócio da Lumine.

 

Franquias nos shoppings administrados pela Lumine 

Shopping Cerrado (Goiânia/GO): franquias representam 51% do mix, somando 23% da ABL.

Plaza Shopping Itu (Itu/SP): 48% da operação composta por franquias, correspondendo a 16% da ABL.

Cantareira Norte Shopping (São Paulo/SP): 41% das lojas operam sob o modelo de franquia (9,2% da ABL) — o empreendimento cresceu 12,8% em 2025 e projeta alta de 15% nas vendas em 2026.

Praça Rio Grande Shopping Center (RS): 31% do mix composto por marcas franqueadas, ocupando 44% da ABL.

“A maturidade do sistema de franquias no Brasil transformou esses operadores em parceiros estratégicos fundamentais para a gestão de shoppings. A segurança operacional e o suporte de marketing oferecidos pelas franqueadoras reduzem o risco de vacância e potencializam o faturamento por metro quadrado. Nossa estratégia para 2026 foca em atrair marcas que tragam inovação e experiência de consumo, garantindo que nossos shoppings continuem sendo destinos de relevância para o consumidor moderno”, acrescenta Sallum.

Além disso, o crescimento das franquias acompanha o desempenho do próprio setor de shopping center: em 2025, os 658 shoppings registraram vendas recordes de R$ 200,9 bilhões, segundo a Abrasce. “As franquias em shopping centers são estratégicas para diversificação do mix de operações e consolidação do empreendimento diante dos consumidores. Elas atraem públicos fiéis à marca e qualificam o shopping”, complementa o sócio da Lumine.

 

Sobre a Lumine

 

A Lumine possui 20 anos de trajetória e encerrou 2025 com 96% de ocupação média, superando os indicadores do mercado. Sob o comando dos irmãos Cláudio e Marcelo Sallum, gerencia mais de 2.500 lojas e quiosques, que somam 15 mil empregos diretos, e 185 mil m² de ABL em empreendimentos nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Bahia, Rio Grande do Norte e Goiás. “Assinamos mais de 200 contratos de locação no ano passado, e a meta para 2026 é superar esse montante e alcançar taxa de ocupação média acima de 97%. O mercado está aquecido para ativos que entregam curadoria individualizada, um modelo onde o shopping deixa de ser apenas locador de espaço para atuar como infraestrutura de aceleração para marcas”, afirma Cláudio Sallum.

Aviso Legal: Os conteúdos, informações e materiais divulgados nesta seção são de inteira responsabilidade dos associados que os publicam. A Abrasce atua exclusivamente como facilitadora do espaço de divulgação, não possuindo qualquer ingerência ou responsabilidade sobre a contratação, execução ou qualidade de serviços, atividades ou atrações mencionadas.

Nós utilizamos cookies para analisar e melhorar sua experiência de navegação e recomendar conteúdos de seu interesse. Ao navegar pelo site, você concorda com este monitoramento e o uso de cookies. Em caso de dúvidas, acesse nossa Política de Privacidade.

TOPO