Empresa participa do principal encontro do setor defendendo integração de sistemas, gestão em tempo real e preparação tecnológica diante das novas exigências fiscais no país
A poucos meses do início da fase operacional da Reforma Tributária, um dos temas que deve movimentar a ExpoShopping 2026, realizada entre os dias 24 e 26 de junho, em São Paulo, será a necessidade de adaptação tecnológica dos shopping centers diante das novas exigências fiscais e operacionais. É nesse cenário que o Grupo EASE participa da feira levando ao debate um tema cada vez mais urgente para o setor: a integração entre áreas, sistemas e dados como fator estratégico para reduzir riscos operacionais, inconsistências fiscais e perdas financeiras.
Com a implementação progressiva do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), prevista a partir de 2026, empresas de diferentes segmentos devem passar por revisões em processos, contratos, cadastros e sistemas de gestão para atender às novas regras tributárias. No caso dos shopping centers, a complexidade é ainda maior devido à operação simultânea entre áreas como financeiro, jurídico, leasing, faturamento, operações e gestão de centenas de contratos ativos.
“O desafio da Reforma Tributária não é apenas fiscal, ela exige integração operacional. Empresas que ainda trabalham com sistemas fragmentados terão dificuldade para gerar informações consistentes, acompanhar créditos tributários e garantir conformidade em tempo real”, afirma Bosco Magalhães, fundador e CEO do Grupo EASE.
O tema ganha relevância em um momento de transformação acelerada no setor. Segundo dados da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), divulgados em 2025, o Brasil possui mais de 640 shopping centers em operação, movimentando bilhões de reais anualmente e concentrando operações altamente dependentes de controle financeiro, contratos e indicadores atualizados em tempo real.
Ao mesmo tempo, o avanço das exigências regulatórias aumenta a pressão sobre empresas que ainda operam com informações descentralizadas ou sistemas pouco integrados. Um levantamento da IBM, divulgado em 2025, aponta que falhas relacionadas à qualidade e organização de dados podem gerar prejuízos milionários anuais para as empresas, além de ampliar riscos operacionais, retrabalho e inconsistências internas.
Segundo análise do Grupo EASE, a chegada do novo modelo tributário tende a intensificar um movimento já observado nos últimos anos: a migração de operações baseadas em controles isolados para plataformas integradas capazes de conectar diferentes departamentos em uma única estrutura de gestão.
Adotando infraestrutura 100% em nuvem ainda em 2008, em um momento em que esse modelo ainda era pouco utilizado no setor, o Grupo EASE desenvolveu uma operação baseada em integração e atualização em tempo real. Atualmente, seu sistema integrado administra mais de 4 milhões de m² de ABL e 99 mil contratos de locação ativos sob gestão em mais de 400 empreendimentos espalhados pelo país.
Durante a ExpoShopping 2026, a empresa deve concentrar as discussões em temas como adaptação à Reforma Tributária, integração operacional,, automação de processos e preparação tecnológica dos empreendimentos para o novo cenário regulatório.
Além da adequação regulatória, o avanço da integração tecnológica também acompanha mudanças práticas no funcionamento do mercado, como a necessidade crescente de operações mais integradas, redução de erros manuais, agilidade operacional e maior previsibilidade na gestão. Em um ambiente cada vez mais orientado por dados, empreendimentos que mantêm sistemas fragmentados, que requerem inúmeros controles paralelos, tendem a enfrentar dificuldades de adaptação.
Para o Grupo EASE, a discussão vai além da tecnologia em si. O momento atual representa uma mudança estrutural na forma como shopping centers operam, analisam informações e se preparam para um ambiente mais conectado e orientado por dados.
“A tecnologia deixou de ser apenas suporte operacional. Hoje ela participa diretamente da segurança da informação, da eficiência financeira e da capacidade de adaptação do negócio”, conclui Bosco Magalhães.
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