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Setembro Amarelo – Qual o papel do comércio neste mês de conscientização?

Sabemos que o Setembro Amarelo é dedicado à prevenção e conscientização contra o suicídio, mas onde podemos atuar para contribuir com prevenção? Atualmente, cerca de 12 mil suicídios são registrados anualmente no Brasil e mais de 1 milhão no mundo. O que poucos sabem é que as causas para esses índices são inúmeras, mas muitas delas podem ser tratadas.

Alguns sinais de depressão ou síndrome do pânico, causadores de gatilhos que podem desencadear numa tentativa de suicídio, têm sintomas que podem ser facilmente identificados no dia a dia. Se um colega de trabalho ou cliente apresenta algum desses comportamentos o ideal é conversar com a pessoa, oferecer apoio e dar opções de ajuda.

No comércio não é diferente. Se o local de trabalho é uma loja num centro comercial as ocorrências de ataques de ansiedade ou pânico podem acontecer. Ter uma equipe qualificada de primeiros socorros é essencial, mas isso não diminui a necessidade de um atendimento integral ao cliente em crise. Esse atendimento pode salvar uma vida.

E toda vida importa!

Origem do Setembro Amarelo
O movimento de conscientização contra suicídio começou com a história de Mike Emme, nos Estados Unidos. O jovem cometeu suicídio com apenas 17 anos e, infelizmente, nem a família percebeu os sinais de que ele pretendia tirar a própria vida. O carro de Mike, que era amarelo, foi a inspiração dos amigos ao montar uma cesta de homenagem com cartões e fitas amarelas com a mensagem: “Se precisar, peça ajuda”.  Em 2003, a OMS instituiu o dia 10 de setembro como o Dia Mundial da Prevenção do Suicídio, e o amarelo do Mustang de Mike a cor escolhida para representar a campanha.

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