Imprensa / Notícias do Setor / Notícias do setor

31/07/2015



SUCESSO DAS MEGALOJAS ESTÁ MUDANDO O CONCEITO DE LOJAS ÂNCORA EM SHOPPINGS


A definição de uma operação de shopping center como “loja âncora” está relacionada à área locada e ao fluxo de pessoas que ela atrai para o mall. No entanto, na última década, o sucesso das megalojas está mudando o conceito de lojas âncora dentro dos empreendimentos brasileiros, que sempre foi ligado principalmente aos hipermercados e lojas de departamentos.

 

                A Abrasce considera na categoria de “megalojas” as grandes redes de vestuário, eletrodomésticos e eletroeletrônicos; decoração; cama, mesa e banho; papelaria/ informática / material de escritório; artigos esportivos; livraria; brinquedos e outros. Embora sejam normalmente menores em ABL (Área Bruta Locável) que as tradicionais lojas âncoras, as megalojas têm apresentado importante índice de fluxo de pessoas e superação em faturamento.

 

                Por conta desse cenário, muitos shoppings brasileiros têm apostado em meios alternativos de ancoragem, como restaurantes, academias, teatros, grandes lojas de artigos esportivos, entre outros.  Além da seleção de operações, os empreendimentos esquematizam a localização das lojas de forma estratégica, fazendo com que o frequentador passe por diversos segmentos antes de chegar à megaloja.

 

                Para Glauco Humai, presidente da Abrasce, essa nova configuração deve ser considerada durante o planejamento e gerenciamento do mall. “As lojas âncoras clássicas permanecem sendo fundamentais para o crescimento do número de frequentadores e de vendas, mas as megalojas também têm mostrado sua força, e em muitos casos elas superam o desempenho de outras operações. Um mix de lojas diversificado e que leve em conta a importância das megalojas garante o desenvolvimento sustentável do empreendimento”.