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02/02/2018



PÁTIO METRÔ SÃO BENTO: NOVO OPEN MALL TRAZ CONCEITO DIFERENCIADO PARA O CENTRO DE SÃO PAULO


Pátio Metrô São Bento: novo open mall traz conceito diferenciado para o centro de São Paulo

Centro de compras e gastronomia com mais de 5,7 mil m², parte dele a céu aberto, é o mais novo empreendimento comercial na região central da cidade

Situado dentro da estação de mesmo nome, o projeto do Pátio Metrô São Bento apresenta um novo conceito que abrange 60 lojas comerciais e de serviços nos espaços internos, como também nas áreas que circundam a praça, além de um boulevard na parte externa. O local concebido pelo consórcio Scopus Itashopping receberá comércio diversificado, lojas de grandes marcas e até loja de conveniência. A proposta ainda envolve um amplo espaço gastronômico e eventos culturais. Foram investidos na reforma e segurança patrimonial do negócio cerca de R$ 4 milhões.

O Pátio Metrô São Bento encomendou um estudo de mercado para a empresa GEU (Grupo de Estudos Urbanos) para desenvolver seu plano de negócios que levou em consideração como públicos de interesse aqueles flutuantes fixos e ocasionais e também os residentes numa área de influência primária mais restrita, de apenas 10 minutos de deslocamento a pé. Segundo o estudo, hoje, 4,3 milhões de pessoas circulam pela estação São Bento todos os meses. São aproximadamente 146 mil indivíduos que se movimentam naquele lugar diariamente, dos quais 59% são da classe A+B e 40% pertencem às classes B2+C. Uma população de 112,7 mil profissionais e potenciais compradores fica num raio de aproximadamente 500 metros do local. A área influenciada apresenta uma renda mensal de R$ 281 milhões, com potencial de consumo/mês de R$ 75 milhões. Quase 90% desses possíveis compradores pertencem ao setor de serviços. A região concentra muitos escritórios de advocacia, corretoras de valores, bancos, além da Bovespa/BMF e outras instituições do mercado financeiro, faculdades e empresas de serviços. Portanto, é uma área de muitos profissionais qualificados e de alto poder de compra.

O Pátio está estrategicamente posicionado próximo a grandes pólos de atração como as ruas comerciais 25 de março, Santa Ifigênia e 15 de novembro. Além disso, os visitantes estão ao lado, por exemplo, de lugares turísticos como o Mosteiro de São Bento, os centros culturais do Banco do Brasil e dos Correios, Pátio do Colégio e o Teatro Municipal, além da Prefeitura de São Paulo. A localização facilita o acesso a diversos sistemas de transporte público, como Metrô, ônibus e expresso Tiradentes (sistema BRT).

Com início da operação prevista para maio de 2018, a ideia dos novos concessionários é trazer mais vida ao centro de São Paulo, como um pólo cultural, de turismo e lazer com conforto, segurança e praticidade. O objetivo é criar um food hall com espaço gourmet para paladares mais apurados que contemplariam restaurantes, além de outro espaço com alternativas de fast-food. Nos finais de semana haverá feirinhas com quiosques e barraquinhas de produtos diversos, como por exemplo orgânicos e souvenirs voltados para o turista, numa linha mais de vanguarda, visando atrair um público diversificado.

Os idealizadores estão explorando o conceito do empreendimento diferenciado e qualificado, tendo como propósito sua operação com muita segurança e limpeza. “Nosso objetivo é transformar o lugar num ponto de encontro dos paulistas, onde eles possam fazer seu happy hour, já que apresenta muitas facilidades por estar no centro, grande acessibilidade, e também por ser um ponto emblemático, um ícone e uma referência no turismo de comércio e no turismo tradicional”, observa Odivaldo Sousa da Silva, consultor de varejo da Renova e responsável pelo planejamento e desenvolvimento do novo open mall. Odivaldo é um notório conhecedor do setor, inclusive trabalhou em outros projetos de shoppings de metrô em São Paulo.

O perfil das lojas será bem eclético e a média dos pontos comerciais será entre 35 e 40 m², ou seja, de porte médio. “Por ter uma área bruta locável de pouco mais de 2 mil m² temos procurado comércios não similares para reduzir a concorrência direta. O interesse e procura já são grandes e o grupo empreendedor está fazendo uma triagem de diversas propostas apresentadas por lojistas do mercado”, explica Silva.

O especialista expõe que os lojistas investidores têm muita preocupação em saber a relação entre a área bruta locável e o fluxo, e também a renda da população potencial para fazer a estimativa de faturamento. Como são cerca de 200 mil pessoas por dia que passam por ali, a circulação fica bem acima da média de muitos shoppings no País. Trata-se de um ponto consolidado de comércio e o investidor não precisa passar por aquela fase de maturação do negócio, como ocorre em outros shoppings tradicionais, onde o comerciante precisa esperar pelo habitual período de introdução e crescimento. Nesse caso, o consumidor tem a intenção clara de compra por ser um ponto consolidado. O empreendimento, além do consórcio Scopus Itashopping, com 20 anos de mercado, tem o suporte da arquitetura de Jayme Lago Mestieri, e da comercialização dos pontos com a Ablsan Shopping Center.

Acesse: http://patiosaobento.com.br