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28/10/2016



EM HONG KONG, MALL CHAMA ATENÇÃO COM BALÕES DOURADOS PELOS CORREDORES


Por Ticiana Werneck

 

O K11, de Hong Kong se auto intitula o “primeiro shopping-museu do mundo”. Isso porque ele inaugurou um modelo híbrido entre arte e comércio idealizado pelo fundador, Adrian Cheng, que acredita que a arte deve ser massificada.


O mall reúne grandes marcas mundiais, de Timberlanda Columbia, Calvin Klein, Samsonite, Pandora, entre muitas outras. No quesitode mix de varejo, ele pode ser comparado a qualquer concorrente.

Seu diferencial está justamente na proposta de unir arte a pessoas. O mall dispõe de exposições permanentes de artistas locais,assim como espaço para apresentação de músicos, dançarinos, grupos de teatro, e outras expressões de arte. Na visão de Cheng, essa fusão entre arte e comércio,“nutre o hábito da apreciação à arte, dá a jovens artistas mais oportunidades para estar em contato com o público, além de desenvolver o mercado da arte”. 

Agora, o mall está, mais do que nunca, nos holofotes. Trouxe para seus corredores enormes balões infláveis dourados, em diversos formatos. Cada andar e corredor conta com vários deles, brilhantes e reflexivos – alguns, tão compridos atravessam um andar para o outro.

A instalação 'Golden Bubbles' (Bolhas Douradas) é obra da agência de design 'People's Architecture Office', e permite aos frequentadores interagir com os balões, tocar, apertar, e ver seu reflexo distorcido e alterado na superfície espelhada. Algumas peças possuem suas bases em tecido transparente, um convite para explorar o que há do outro lado: o interior em caleidoscópio reflete superfícies reflexivas e preenchidas com 'imagens fugazes de nossos desejos projetados.'

 

Veja como os frequentadores interagem com os balões: